Consciência | A liberdade que encontras no Xamanismo! És tu!

Foto: Maria Jose Jacinto

Estamos em altura de liberdade, liberdade para recriarmos, e não viver de igual forma como se vivia no passado.

Somos Seres Conscientes a viver uma altura fundamental para evoluirmos como Seres Humanos que somos, melhorar, viver, Amar…Quando se fala em Xamanismo, uns repelem-se, outros têm medo, outros curiosidade…outros dizem disparates* porque são influenciados por alguém… então resolvi escrever o que sinto sobre o Xamanismo. E falo muito resumidamente sem aprofundar muito, porque hoje em dia eu sinto que tudo ficou meio banal.

Para mim Xamanismo não é sinônimo de psicoativos, para sentir a “arte xamanica” é preciso bem mais do que tomar uma bebida… Existe uma dedicação, uma disciplina interna e muita CORAGEM para MORRER E RENASCER todos os dias.

Existem os Cantos, as Danças, os Tambores, os Didggeridoos, as Saunas, as Meditações, só alguns exemplos…e desta forma celebra-se, acessa-se* e vive-se.
Existe honrar a Natureza em todos os aspectos, global e local, seja no colectivo ou pessoal, mircro ou macro, todas as Direcções, todas as Dimensões e principalmente honrar a Essência que habita em nós e em tudo o que Vive…e sim não nos podemos esquecer das ferramentas que cada um de nós possui e que foi conquistado ao longo da vida até hoje. Relembrar que são ferramentas e não são “o caminho.”
O caminho és Tu que fazes, É Ser*…

Passamos a Ser um guardião ou guardiã atento (a) ao que de dentro de nós salta em busca dos nossos sonhos mais íntimos, onde a sabedoria xamanica para mim é sabedoria da Mãe Terra, onde cada um de nós, tem um dom ou talento especial, está disponível para todos nós dependendo da sinceridade e humildade com que buscamos. A sabedoria conduz a um relacionamento de Amor com a Mãe Terra.

Um “Xamã* das cidades” é alguém enfrentou e enfrenta as suas sombras e venceu e vence os seus medos, tais como alguns exemplos, solidão, vaidade, orgulho, insanidade, passa por mortes em vida. Renasce e escolhe tornar-se um auxiliador (a) ou facilitador (a), ao serviço das pessoas. Por isso um “Xama das Cidades” não é um santo ou profeta. Existe sim uma necessidade de expandir a consciência e obter resposta em mundos ou planos de consciência, para que possa obter equilibrio e curar-se, onde começa a passar uma tranquilidade e uma paz genuína.
É um Ser que procura ajudar-se a melhorar. Aprendem a sentir, ver e a ouvir a energia. Religam-se com o Sagrado e com a fonte criativa de tudo o que lhes acontece.

O verdadeiro Xamã não se vê está na Natureza longe da tecnologia, longe de tudo*
E muito fica por dizer, mas simples assim, chega para quem me faz perguntas.

Por: Anna Luizza | Contacto: http://annaluizza.weebly.com/blog

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