Descobre o teu Amor-Próprio e Recupera o teu Poder Pessoal

Muito se fala sobre Amor-próprio e Poder pessoal, mas talvez o mais importante seja reflectirmos sobre o que essas dimensões representam para nós e como andamos a vivê-las na prática.

Mas para isso… é necessário antes de mais relembrar que somos os responsáveis pela nossa própria vida.

É fácil, muito fácil, cair na ilusão de que somos vítimas. Vítimas da vida, das circunstâncias, da educação que recebemos, da sociedade e da forma como somos tratados pelos nossos maridos, filhos, amigos, chefes…

Podemos fazê-lo se quisermos… a questão é que enquanto continuarmos a sentir-nos vítimas, seja do que for, exterior a nós, continuaremos afastados do nosso poder e da capacidade de mudar a nossa vida e fazê-la acontecer de acordo com o que sentimos que é melhor para nós.

Tal não significa que somos culpados pelo que nos acontece ou pela nossa história! Com certeza que todos nós vivemos situações que gostaríamos de não ter vivido, ou que pelo menos gostaríamos que tivessem acontecido de uma forma um pouco diferente. No entanto… não podemos mudar o nosso passado. Podemos, isso sim, mudar a forma como nos relacionamos com ele. E optar por fazer diferente agora.

E o que é então o Amor-Próprio?

O grau em que somos capazes de nos amar, respeitar e aceitar tal como somos.

E o Poder Pessoal?

A medida em que assumimos a nossa responsabilidade pela nossa vida e nos permitimos ser e expressar quem realmente somos. É aí que reside a nossa força, o que nos torna únicos e insubstituíveis: ser como realmente somos. Gostava que se perguntasse: Até que ponto me permito ser quem sou? Até que ponto me aceito tal como sou? Um dos principais motivos que faz com que não nos amemos mais e não sejamos mais autênticos é a preocupação com os outros. Na nossa cabeça os outros ocupam um espaço enorme. São tal como um monstro que vive dentro de nós e nos assombra mesmo quando estamos sozinhos no nosso mundo, na nossa casa… Mas porque é que nos preocupamos tanto com o que os outros possam pensar ou dizer sobre nós?

Porque nos deixamos condicionar por isso?

A aprovação não deixa de ser uma mera questão de probabilidades. Se consideramos que, em cada situação, temos 50% de probabilidade de ser aceites e apreciados e 50% de probabilidade de acontecer o contrário, talvez isso nos ajude a libertar da preocupação com o que vai acontecer e estarmos mais focados em fazer e ser como nós achamos melhor! Quanto mais seguros e confiantes nós estivermos, menos precisaremos da validação dos outros.

E se ainda necessitarmos muito dessa aprovação?

Aí é bom olharmos para a forma como nós lidamos connosco. Cá dentro. E perguntarmo-nos: Como falo comigo habitualmente? Sou muito rígida/o? A que níveis sinto que me critico, desrespeito, escondo ou anulo? Como posso eu julgar-me menos? E amar-me mais? Porque me preocupo tanto com o que os outros pensam sobre mim?

É muito importante tornarmo-nos mais conscientes de quais são os principais condicionamentos que nos limitam, quais as barreiras que nos impedem de ser como realmente somos. Porque é que não nos permitimos mais vezes agir em função de quem realmente somos, dizer o que realmente pensamos e sentimos e fazer o que realmente queremos? O que achamos que aconteceria se fossemos mais autênticos e genuínos?

Estamos aqui para viver a nossa vida. Ninguém a pode viver por nós. Somos nós que temos de dar os passos necessários para fazer com que a nossa vida seja como queremos. De pouco nos serve esperar que os outros, a sorte, a vida, o universo ou seja quem for, venha transformar a nossa vida como que por magia. Essa força e esse poder reside dentro de nós.

Em que medida sinto que tenho andado a viver esse poder?

A quem ou o quê o tenho vindo a entregar? Que coisas em concreto posso fazer desde já para expressar mais quem sou? De que forma eu agiria se fosse mais autêntica/o? Sinto-me a dirigir a minha vida? Respeito-me e respeito as minhas vontades? Confio em mim e na Vida?

Escolhermos amar-nos, independentemente de tudo o resto, escolhermos viver o nosso poder, escolhermos avançar em direcção à nossa melhor versão… está nas nossas mãos. E é uma escolha que cada um de nós poderá fazer… agora mesmo.

Por: Cristina Gomes

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