Quando um Homem Honra a sua Mulher!

Tantas historias de amores perdidos, vivemos uma fase de transformação social, homens e mulheres livres, na escolha de parceiros e amores, no entanto, os finais felizes estão em vias de extinção. Não temos paciência para o nosso parceiro/a, aliás é a ele/a que mostramos o pior de nós. Sorrimos para o vizinho, mas chegamos a casa e não sentimos a dádiva que é ter alguém que nos dá a mão neste caminho que é a vida. Homens e mulheres na rua com o seu companheiro/a ao lado mas cobiçando a mulher ou o homem do vizinho, que grande fantasia. Se soubessem que um par de dias, meses ou anos com a mulher ou homem do vizinho e sentiriam exactamente o mesmo que sentem neste momento do seu parceiro.

E então, onde está o problema das relações?

Está em que protejamos em quem temos ao nosso lado todas as nossas vivências, passadas, presentes e futuras. Queremos mudar o próximo e não olhamos para nós, não sabemos que o somos e nem para onde vamos e colocamos a responsabilidade da nossa felicidade numa pessoa que jamais poderá fazer-nos feliz. Sim, acredita o teu companheiro/a não te pode fazer feliz. Sabes porque? É porque a infelicidade, as queixas, as amarguras, a tristeza é tua, vive em ti. O teu marido ou mulher é um desastre, não ajuda, não faz, não te dá carinho, não te ama o suficiente, etc, etc. E o que é que tu fazes em relação a isto? Ajudas, fazes, das carinho, amas o suficiente? Se sim, com certeza não te estarias a queixar, estarias a agir. Ias perceber que amas aquela pessoa, e ainda assim ela não corresponde com a história que queres contar. Ias perceber que o vosso caminho, talvez, tenha chegado ao fim… E está tudo bem. Estarias a agir, porque estaria a explicar a essa pessoa que queres outras coisas para a tua vida, estarias ao seu lado para que te dê a mão num caminho de amor, estarias com vontade de lhe mostrar que a vossa história é possível quando dois estão abertos à vida.

E o que acontece depois? Bem, depois de observar e esperar, continuas a agir com responsabilidade pela única história que podes transformar… A tua história. Quando tu és a tua verdade, os outros ou se afastam ou amar-te-ão mais que nunca. Sabes aquela sensação que sentes quando conheces alguém de novo, alguém que acabas de conhecer. E se olhasses a cada dia para o teu parceiro/a com esse olhar, esse sentir, saberias que vives no momento presente, irias saber o quão aquela pessoa pode ser e trazer à tua vida. E se não trás, então, já sabes algo mais que não sabias antes.

Aqui fica um maravilhoso vídeo do Ronan Pinto Goulão, Professor de Tantra que nos explica porque é tão importante honrar as nossas mulheres ou os nossos homens, talvez valha para os dois.

Por: Vera Cristina Ribeiro

A Mulher e a ilusão das relações românticas!

Tema difícil, verdade? Um dos “Calcanhar de Aquiles” das mulheres são as relações românticas. Quando encontramos um homem ou mulher (o género pouco importa), e sentimos que é o/a tal, puff… Já fomos. Colocamos ali toda a nossa energia, viramos guerreiras, arregaçamos as mangas e ali estamos nós prontas para a conquista. É mágica esta capacidade de entrega, de abertura ao outro, de conexão ao amor, ao que temos de mais sagrado e profundo. Se a pessoa amada, está na mesma frequência é ouro sobre azul, cria-se ali uma sinergia, capaz fecundar o maior dos milagres, a vida.

No entanto, este artigo pretende focar a parte obscura do tema, talvez sombria da questão. O que acontece quando a pessoa amada está num outro estado? O que acontece, quando essa pessoa que acreditamos ser perfeita para nós não corresponde? O que acontece quando o nosso corpo pede aquele corpo? E aquele corpo está perdido, em questões de inseguranças, desamor, insatisfação, promiscuidade, desorientação, etc…

Partindo do principio que só podemos, devemos e sabemos cuidar de nós próprios, temos como primeiro passo afastar-mo-nos dessa energia que não é a mesma que a nossa. Um ligeiro afastamento, vai criar um espaço, entre o que sentimos, a emoção gerada que nos domina e desta maneira ganhamos clareza. Desta forma, seremos capazes de vislumbrar o real, a realidade do que acontece e parar de acreditar nas ilusões das nossas emoções. Aceitando e respeitando a sua verdade… Isto implica perceber ou de alguma forma olhar aquela pessoa como ela é, não como gostaríamos que fosse (tarefa árdua, verdade?). Lembra-te que a pessoa vale pela ação que imparte, não pelo que diz ser ou fazer. Aquela pessoa tem o direito de sentir tudo o que sente, aquela pessoa tem o seu próprio caminho e a sua própria aprendizagem. Que só ela pode e deve compreender. Compreender com humildade e aceitação o que essa pessoa está disposta a dar e a receber (se estiver disposta a dar algo), em que grau e ou em que profundidade, faz parte do nosso trabalho de reconhecimento.

Quando já somos capazes de nos separar da ilusão, criada por nós, seremos nesse instante portadoras da verdade, de uma força poderosa que vive no nosso interior. Nesse estado, estamos perante a capacidade de fazer escolhas acertadas para a nossa vida. Realmente quero investir o meu tempo com esta pessoa? O que posso aprender ou desenvolver, que aprendizagem é possível? Conseguirei fazê-lo sem sair do meu equilíbrio? Esta experiência é segura e confortável para mim?

Depois de responderes a estas questões é importante trabalhar as expectativas, ou seja, se decides entrar nesse território desconhecido e arriscado é bom que estejas consciente dos riscos e dos limites a que te expões. Não será positivo fazeres algo para agradar ou para receber algo em troca, por duas razões essenciais:

1º Essas expectativas poderão nunca se realizar, o que significa que terás que lidar com a frustração.

2º Não estarás a ser fiel a ti mesma, portanto, o desequilibro emocional, espiritual e até físico poderão bater na tua porta.

A partir daqui avança. Passo a passo, vai aprendendo as lições:

1. Aprende que recebes o que pedes (ainda que o tenhas pedido de forma inconsciente).

2. Aprende a ser feliz independentemente de teres a pessoa amada ao teu lado.

3. Aprende que a exclusividade/fidelidade é algo de dois.

4. Aprende a ser paciente e a respeitar o ritmo do outro.

5. Aprende que nem sempre a beleza que vemos numa relação se materializa.

6. Aprende que a entrega e a profundidade é uma escolha e cada pessoa é responsável por ela.

7. Aprende que nem todos estamos dispostos a olhar o precipício (de emoções e sentimentos) e a mergulhar nesse mar.

8. Aprende tudo e partilha com todos os que te rodeiam.

Por: Vera Cristina

Desilusão | Porque sofremos tanto nos nossos relacionamentos?

Porque sofremos tanto nos nossos relacionamentos? Porquê? O que nos leva a esperar tanto das pessoas que connosco partilham uma história?

Porque subitamente nos sentimos tantas vezes tão frágeis e tão sensíveis nos contextos mais íntimos da nossa vida?

Colocamos demasiadas expectativas. E quanto maior a ilusão que vamos alimentando sobre algo ou sobre alguém… maior a desilusão. Na verdade a palavra “desilusão” significa isso mesmo: perder a ilusão.

Quanto nos iludimos acerca dos outros? Quanto nos iludimos acerca do que os outros têm para nos oferecer?

Porque esperamos tanto, tantas vezes tão desesperadamente, que os outros preencham as nossas lacunas, os nossos vazios, as nossas necessidades, e nos façam sentir plenos de felicidade? Na verdade… esse papel compete-nos apenas a nós. A mais ninguém. Esperar que alguém chegue à nossa vida e nos faça feliz… é (para não dizer outras coisas) pelo menos uma grande ilusão.

Podemos partilhar momentos, investir e construir uma história bonita com alguém, desfrutar de uma felicidade conjunta mas… a felicidade antes de mais precisa ser encontrada dentro. Se estivermos felizes e preenchidos com a nossa vida, com muito mais facilidade encontraremos alguém que vibre na mesma energia.

Se estivermos em carência, desejosos de encontrar a nossa “cara-metade”… talvez encontremos outra pessoa que esteja tão perdida como nós. Desejosa de encontrar alguém que a satisfaça, a preencha, lhe elimine o vazio que sente dentro… e o que irá acontecer? O mais provável é que ambos coloquemos demasiadas expectativas sobre a relação e sobre a outra pessoa. Expectativas que, muito provavelmente, acabarão mais cedo ou mais tarde defraudadas…

O que fazer?

Vamos curar dentro de nós esta ferida da solidão, que nos faz sentir tantas vezes desligados da vida e dos outros. Vamos curar dentro de nós as mágoas que ainda carregamos dentro de nós em relação a tantas histórias que vivemos no nosso passado. Vamos observar e reconhecer os padrões que temos vindo a repetir nas nossas relações. Vamos abrir-nos para viver a nossa vida e os nossos relacionamentos de uma nova forma: mais liberta, consciente e feliz!

É possível! E na verdade… está mesmo nas nossas mãos essa escolha e essa possibilidade.

Por: Cristina Gomes | Contacto: www.cristinagomesterapias.com

Relacionamentos | As pessoas gostam de ser maltratadas!

Não, não gostam. E se te disserem isto, é mentira! As pessoas gostam de ser amadas, cuidadas e acarinhadas.

Pessoas que dizem este tipo de comentários são pessoas que dentro das suas experiências nunca foram amadas verdadeiramente, nunca souberam o que é construir uma relação a dois com amor nutridor um pelo outro. Portanto não tragas para a tua vida comentários de pessoas que talvez, e infelizmente, nunca foram amadas verdadeiramente, talvez nunca lhes foi ensinado o amor.

E mais uma vez, infelizmente, ouvi estes comentários relatarem a verdade de homens, e faz-me chegar mais uma vez à conclusão que quando uma pessoa está num relacionamento, seja ele de que teor for: amizade, amor, profissional, etc, que nós mulheres temos aqui uma responsabilidade compartilhada (bastante grande) na mudança de conceitos.

Este tipo de comentários lembra-me a exigência que muitas vezes colocamos nos relacionamentos: colocamos no outro a missão (bastante ingrata) de nos fazer feliz, de nos dar o mundo, de trazer até nós a lua embrulhada em papel de diamante. Apenas exigimos. Talvez porque foi assim que aprendemos que o amor é.

As maiores problemáticas nas relações não tem a haver com as diferenças de personalidades tem a haver com os diferentes significados e pesos que damos às coisas. Não existe um livro de bons ensinamentos sobre como deve ser uma relação, contudo sabemos que tem de existir comunicação e uma boa dança de ambos os intervenientes para chegar a uma partilha e consenso. Abrir a mente à realidade da outra pessoa é abrir a mente a descobrir um mundo totalmente novo.

Os relacionamentos que temos, mais ou menos longos, servem para aprender alguma coisa, todos são nossos mestres e nós mestres dos outros, aprendemos sempre, nem que seja o que não desejamos para a nossa vida, não são necessariamente erros, são aprendizados e têm de ser feitos. Ninguém gosta de ser maltratado, e aqui temos a escolha de nos manter nesta situação ou sair dela, e talvez seja mesmo este o aprendizado: dizer não à falta de amor. E dizer sim ao amor que temos por nós mesmas.

Quando nos mantemos numa situação onde não há amor (e tudo o que o amor comporta), então estamos a escolher que comentários e realidades como descritas acima continuem a ser materializadas, porque escolhemos alimentar este tipo de relacionamentos e inevitavelmente isso ficará no registo emocional de ambos e será transmitido para futuros relacionamentos até encontrar alguém que se disponibilize a ensinar o poder curador do amor e do respeito, mesmo em relações de amizade ou profissionais.

A nossa responsabilidade nos relacionamentos é muito grande, especialmente quando cruzam o nosso caminho pessoas que precisam tanto de ser amadas e de aprender o verdadeiro poder do amor!

Por: Diana Faustino | Sacerdócio do Sagrado Feminino | http://sersagradofeminino.wixsite.com/sacerdotisas

Relacionamentos | Será que te encontras numa Desordem Amorosa?

O segredo dos amores difíceis.

Os “amores difíceis” ou Desordem Amorosa (Sellam, S. 2013) é um dos principais motivos na procura de apoio psicoterapêutico e uma das maiores causas de somatizações físicas e psicológicas.

O QUE É UMA DESORDEM AMOROSA?

Uma desordem amorosa acontece quando se vive os relacionamentos amorosos de uma forma incoerente.

“Porquê o amor me faz sofrer? Porque não consigo conciliar compromisso com prazer? Porque não assumo o meu papel na relação? Porquê a minha vida me leva encontrar pessoas “erradas”? Porque sinto uma atração inexplicável pela mulher do meu vizinho? Porque só me atraem homens comprometidos? Porque não sou feliz no meu relacionamento? Porque amo uma pessoa mas quero estar com outra? Porque não encontro a pessoa dos meus sonhos? Porque estou sozinho/a?… ”

Dependendo da importância que atribuis à tua vida amorosa, estes dilemas morais são bastante comuns e consomem muita energia psíquica.

Na ordem natural biopsicológica do amor, uma ordem amorosa significa encontrar alguém no qual complementa o meu percurso de vida, escolhendo deixar uma descendência. Um casal sexual e emocionalmente equilibrado, além do bem-estar psíquico inerente, a sua prole será favorecida com um exemplo de referência amorosa saudável; um desenvolvimento psico-emocional harmonioso; um maior estado anímico; sucesso no seu meio ambiente; menos propensos a sofrerem de patologias físicas e psicológicas.

A ORDEM NATURAL DOS AMORES É UMA NECESSIDADE DE EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE HUMANA.

Contudo, basta encarar a realidade em teu redor e descobrir que a norma é a exceção. As desordens amorosas encontram-se na ordem do dia, não sendo encarada como uma desordem mas sim como algo “normal”. “Amar é sofrer.” “Não se pode ser feliz no amor sem sacrificar a nossa liberdade.” “O amor é incompatível com o sexo.” “O compromisso é uma prisão.” “Os homens não são de confiança.” “As mulheres são carentes.” “Não se pode amar ninguém para sempre” “Não se pode ser feliz no casamento.” etc.

Um sem fim de CRENÇAS LIMITANTES IRRACIONAIS sobre o Amor, afastando a busca das verdadeiras razões de uma DA (desordem amorosa).

Ao abrir o livro das DA, encontram-se dramas emocionais que se manifestam através de padrões de manipulação e culpa, repetições, segredo, abuso, desrespeito, carência, insegurança, ciúme, atraindo na tua vida pessoas específicas que vibram nessas mesmas qualidades emocionais.
Concomitantemente, descobre-se que não se tem controlo sobre a vida amorosa e que tudo é orquestrado pelo GUIÃO DO INCONSCIENTE. Os PENSAMENTOS E EMOÇÕES vivem em conflito interior, seguindo cada um por direções opostas. A frustração fruto da DA acaba por acumular camadas de repressão emocional, relação atrás de relação. Caso não iniciares o devido trabalho interior, toda essa frustração será dirigida para a outra pessoa, servindo como um caixote de lixo emocional. Ao fim de um determinado tempo, a frustração sexual irá converter-se psicossomaticamente em desordens de vários tipos quer sejam genitais, sexuais, osteoarticulares, psicopatológicas e até mesmo financeiras.

A DA atua sobre uma divisão neuroanatómica chamada de tronco cerebral, nos confins do Inconsciente biológico. Todos os programas inconscientes sexuais são governados por um cérebro reptiliano que reage por impulso e instinto, ditando as atrações e aversões inexplicáveis que se sente por determinado tipo de pessoas.
Tudo é controlado pelo inconsciente, mesmo quando se procura em lutar contra o impulso sexual. Negá-lo também não é solução. As escolhas sexuais e amorosas inconvenientes e moralmente inaceitáveis serão sempre mais fortes. Quanto maior a repressão, maior se torna a obsessão em lutar contra essas mesmas escolhas. A DA aparenta ser uma encruzilhada sem solução, que leva ao desespero de qualquer alma solitária ou comprometida.

Para sobreviver à epidemia das DA, uma questão inevitável terá que surgir:

PARA QUE SERVE UMA DESORDEM AMOROSA?

Como o coração não suporta a incoerência emocional, cria uma DA para te consciencializar de HISTÓRIAS INCONSCIENTES SEXUAIS E AMOROSAS. A desordem amorosa serve para expressar do Inconsciente mensagens que necessitam de ser integradas no Consciente. Ao colocar a DA como uma estratégia inconsciente, o jogo amoroso passará a funcionar inteiramente a teu favor, oferecendo um maior controlo sobre o rumo de acontecimentos relacionados com a vida sexual e amorosa. Em vez de adotar teimosamente uma postura de vitima e de autocomiseração, é necessário assumir responsabilidade CONSCIENTE E INCONSCIENTEMENTE pela DA.

“Tudo o que se mantém no inconsciente surge sempre sob a forma de destino” Carl Gustav Jung

Para viver uma vida amorosa e sexual saudável e prazerosa é indispensável um trabalho de transformação interior e emocional honesto e sincero:

QUAL É A MINHA VERDADEIRA POLARIDADE SEXUAL? MASCULINA OU FEMININA?

COMO ERA O AMBIENTE FAMILIAR ENTRE OS 3 E 6 ANOS DE IDADE (PERÍODO EDIPIANO/ ELETRA)?

QUAL FOI A HISTÓRIA REAL DA MINHA CONCEÇÃO?

COMO VIVERAM OS MEUS PAIS A SUA VIDA AMOROSA?

COMO OS MEUS ANTEPASSADOS VIVERAM AS SUAS PRÓPRIAS HISTÓRIAS SEXUAIS E AMOROSAS?

As histórias sexuais inconscientes são informações de sobrevivências transmitidas pelos antepassados. Quando uma família vive dramas no concerne à sexualidade, uma aprendizagem é transmitida para os descendentes onde AMOR pode equivaler a PERIGO, VERGONHA, MORTE, REJEIÇÃO, ABANDONO, INJUSTIÇA, TRAIÇÃO, etc… Como o cérebro reptiliano existe para te proteger, fará tudo para garantir a tua sobrevivência, evitando o relacionamento ou descarregando emocionalmente no outro.

Informações emocionais presentes no inconsciente de uma DA:

Histórias de Infidelidade, promiscuidade, incesto, um amor não correspondido, mulheres que sofreram perda de filhos, filhos ilegítimos, abortos, viuvez precoce, abandono, gravidez antes do casamento, casamentos por obrigação, abuso sexual físico e emocional, violência doméstica, perversidades sexuais, homossexualidade não assumida, prostituição, etc.

Uma DA revela um leque de informações emocionais que se encontradas ocultadas ou negadas por um mecanismo de proteção psíquica, projetando esses conflitos na outra pessoa. Estes dramas não reconhecidos podem ser tão intensos, que acabam por incutir um stress inconsciente significativo.

TODOS OS RELACIONAMENTOS ESPELHAM AS NOSSAS PRÓPRIAS HISTÓRIAS AMOROSAS.

Cada pessoa que aparece na tua vida é sempre enviada através do teu inconsciente. Nada acontece por acaso, a DA segue leis de atração e aversão inconscientes que obriga a consciencialização dos programas sexuais ocultados.
Antes de mergulhar numa postura de vitimismo e culpabilidade, procurar olhar para os relacionamentos mais significativos antigos e/ou atuais e perguntar:

PARA QUÊ ATRAIO ESTE TIPO DE RELACIONAMENTO NA MINHA VIDA?

QUANDO ESTOU COM X PESSOA, O QUE REVELA O MEU CORAÇÃO? QUAL O MEU PAPEL?

O QUÊ ESSA PESSOA ESTÁ A QUERER TRAZER DO MEU PASSADO?

No teatro da vida amorosa acaba-se por criar histórias que não te pertencem e vestires papéis que não são teus. Todos os relacionamentos são oportunidades em curar feridas antigas e despertar o amor-próprio. Somente responsabilizando-te totalmente da tua DA, poderás encontrar uma liberdade amorosa e sexual autêntica que irá depender somente de ti próprio/a. Assume a tua DESORDEM AMOROSA e conquista o direito em seres feliz, com quem quer que estejas.

Por: Marco Sousa | Psicologia Clínica | Email: verdadesdocorpo@gmail.com | Facebook: https://www.facebook.com/marco.c.sousa?fref=ts